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Arquivos mensais: julho 2013

Batalha épica na Guerra Fria: Fischer x Spassky

Postado em 30 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Internacional, Textos

Fischer x Spassky

A Guerra Fria estava no auge quando os russos e os americanos começaram a chegar em Reykjavik, no verão de 1972 para a maior partida de xadrez na história do esporte. Bobby Fischer, o desafiante norte-americano, foi o primeiro jogador de fora da União Soviética desde 1948, a ganhar o direito de disputar o campeonato mundial de xadrez. Fischer foi insolente, rude, brilhante, vão, vulgar, fanático e bastante cruel: ele era o jogador de xadrez perfeito.

Boris Spassky, o russo, foi o campeão do mundo e igualmente selvagem no tabuleiro, ele também foi considerado o melhor jogador de sempre. A cena foi definida como um confronto, o local preparado após um ano de planejamento estratégico. A mídia mundial se reuniu, colocando o match histórico nas primeiras páginas e nos noticiários televisivos.

A primeira partida foi marcada para 1º de julho e Spassky estava lá, à sombra de seus inspetores da KGB, pronto para ir à guerra. Mas onde estava Bobby? Fischer estava em Nova York estudando um documento de 1000 páginas que continha todos os jogos e movimentos que Spassky nunca tinha jogado. O livro manuseado e sujo, e suas páginas anotadas, foi o companheiro de Fischer para a batalha.

Um impasse terrível, afinal, havia a Guerra Fria, e os mestres de xadrez eram apenas soldados desarmados. A tensão pairava e os soviéticos estavam exigindo vitória. Não Spassky, ele queria realmente esmagar o americano. Foi neste ponto que Henry Kissinger foi convidado a se envolver e intervir. Kissinger rastreou Fischer e ligou para ele. “Aqui é o pior jogador do mundo ligando para o melhor jogador do mundo”, disse Kissinger quando Fischer atendeu o telefone. Até o presidente Richard Nixon ligou para o fugitivo a fim de que o match acontecesse.

As luzes apagaram-se na arena em 11 de julho, e a multidão ficou em silêncio quando Spassky sentou-se, avançou duas casas seu peão da dama e se reclinou na cadeira. Fischer estava em Reykjavik, mas não em sua cadeira à mesa. Os segundos passavam, o silêncio era maligno e, em seguida, aos seis minutos Fischer entrou, apertou a mão de seu grande rival e o jogo começou.

Fischer e Spassky não eram homens normais. Ambos não tiveram infância, a passaram esmagando homens mais velhos em dias e noites de aniquilação nos tabuleiros. Eles tinham sido dois meninos pequenos que aprenderam distorcidamente a “arruinar” os mestres de xadrez, que é algo que Spassky reconheceu: “Quando você joga Bobby, não é uma questão de se ganhar ou perder. É uma questão de saber se você vai sobreviver. ” Em Reykjavik, em 1972, os dois homens chegaram muito, muito perto da beira da destruição.

Eles começaram em 11 de julho o match de 24 partidas, o qual terminaria em 1º de setembro. Nunca dois guerreiros esportivos se duelaram por tanto tempo e tão implacavelmente, sem pausas, o que foi uma luta de xadrez até a morte, por assim dizer. Os dois tiveram problemas de descontrole e fora da sala de jogo, houve uma tempestade interminável de intriga, com alegações e contra-alegações de todo tipo.

Fischer era paranóico do primeiro movimento até o último, acreditando que os soviéticos o queriam morto. Ele continuou pedindo mudanças, atrasos e até mesmo insistiu em ver o seu suco de laranja sendo espremido para evitar intoxicação. No entanto, foi Spassky quem começou a desvanecer-se, arrastando o norte-americano e perturbando os homens de volta ao Kremlin. Agosto foi um mês cruel para o campeão do mundo e não havia nada que ele pudesse fazer para quebrar o domínio de Fischer sobre o jogo. Foi uma crise e alguma coisa tinha que acontecer quando eles se sentaram para o jogo de número 21. Os sete jogos anteriores haviam terminado em empates.

Fischer começou o jogo com uma variação da siciliana Taimonov e depois de 41 lances estava tudo acabado. Era 1º de setembro, a guerra acabou e Fischer venceu por 12,5 a 8,5 e foi declarado então o campeão do mundo.

Fonte

ODE AO CAPIVARA

Postado em 25 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Xadrez na Mídia e na Arte

Divulgamos aqui um poema do enxadrista   NELSON VILLABOIM DE OLIVEIRA LIMA.

 

ODE AO CAPIVARA

 

Sentado à mesa, em frente às peças e ao reloj,

Cheio de ruídos no raciocínio, eis o Capivara, em todo o seu esplendor.

A perda da calidad persegue-lhe o espírito.

Na abertura multiplicam-se as variantes fantasmagóricas.

Soltar primeiro o cavalo do rei ou o cavalo da dama?

Conservar o par de bispos?

É chegada a hora de rocar?

São dúvidas que o exemplar jamais responderá com acerto.

Pensa que o outro pensa coisas que nunca o outro estará pensando.

Todas as jogadas o surpreendem.

Tem a visão do “laboratório”:somente em análises posteriores.

Dominado pela falta de criatividade, é fecundo na análise do erro.

Atinge o clímax no undécimo lance.

A desoras descobre o óbvio.

Num lampejo de bom senso sucumbe tardiamente.

O Capivara é uma espécie em franca proliferação.

 (NELSON VILLABOIM DE OLIVEIRA LIMA, (8.5.1977)

Polêmica: As crianças devem ser criadas para jogar xadrez?

Postado em 23 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Textos

O estudo obrigatório de um jogo de tabuleiro poderia realmente ajudar o desempenho acadêmico  e comportamento das crianças? 

por Vanessa Barford

Na Armênia, toda criança de seis anos ou mais agora está destinada a aprender a jogar xadrez. As autoridades acreditam que as aulas obrigatórias podem “estimular o desenvolvimento intelectual das crianças em idade escolar” e melhorar as habilidades de pensamento crítico.

O país tem motivos de sobra para acreditar no xadrez. Os grandes mestres são tratados como estrelas do esporte, campeonatos são divulgados em outdoors gigantes nas cidades e as vitórias celebradas com o tipo de frenesi reservado para a maioria dos países do futebol. O xadrez é nada menos do que uma obsessão nacional!

Com uma população de apenas 3,2 milhões de habitantes, a Armênia bate regularmente potências como a Rússia, a China e os EUA, e sua seleção ganhou o ouro na Olimpíada Internacional de Xadrez em 2006 e 2008. E ainda mais, o presidente armênio Serzh Sargsyan acaba de ser reeleito presidente da Federação Armênia de Xadrez.

O país está investindo cerca de US $ 1,5 milhão para ensinar todos os seus filhos. Mas há quem questione se esta é realmente uma boa idéia. Os defensores do xadrez nas escolas alegam que sim. Um estudo de dois anos realizado em os EUA pelo Dr. Stuart Marguilies concluiu que o aprendizado de xadrez melhorou os resultados dos testes de leitura e desempenho em escolas de ensino fundamental. Outro estudo realizado pelo professor Peter Dauvergne, que também é mestre enxadrista, concluiu que jogar xadrez pode aumentar as pontuações de QI, fortalecer habilidades para resolver problemas, aumentar a memória e estimular o pensamento criativo.

Para quem é do contra, alega que há muitas outras coisas com que as crianças poderiam se beneficiar se fossem obrigatórias. “Há tanta coisa para aprender, tantos assuntos para colocar no currículo, seria uma pena perder algo como música ou arte para o xadrez.”

tradução livre por Ellen Giese a partir deste texto.

As 10 piores aberturas de negras!

Postado em 21 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Treinamento

Você concorda com o Top 10 abaixo?

10. Philidor’s Defence…1.e4 1…e5 2.Cf3 2… d6

9. Dutch Defence…1.d4 1…f5

8. Borg Defence…1.e4 1…g5

7. Budapest Gambit…1.d4 1…Cf6 2.c4 2… e5

6. Benoni Defence…1.d4 1…c5

5. Polish Defence…1.d4 1…b5

4. St George’s Defence…1.e4 1…a6

3. ….. ?

Assista o vídeo para descobrir as 3 primeiras da lista! CLIQUE AQUI.

 

As 10 piores aberturas para as brancas!

Postado em 20 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Treinamento

Você concorda com o Top 10 abaixo?

10. Bird’s Opening…1.f4

9. Deprez Opening…1.h4

8. Grob Opening…1.g4

7. Saragossa Opening…1.c3

6. Mason’s Variation…1.d4 1…d5 2.f4

5. Van’t Kruijs Opening…1.e3

4. Andersson’s Opening…1.a3…

3. ….. ?

Assista o vídeo para descobrir as 3 primeiras da lista! CLIQUE AQUI.

 

Torneio Interno de Inverno: Início hoje

Postado em 18 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Torneios Internos

Devido a ameaça de greve nos transportes, o árbitro Bráulio dos Santos resolveu adiar a primeira rodada do Torneio Interno de Inverno da ALEX transferindo a primeira rodada para hoje, dia 18 de Julho.

As demais condições da competição estão mantidas, somente tendo que ser reprogramadas as rodadas.

Saiam da frieza dos vossos lares e venham se acalentar jogando Xadrez na ALEX!

Começaremos nosso próximo torneio interno que será jogado nas quintas!

As condições ótimas todos já sabem:

Inscrição: R$15,00
Tempo de Reflexão: 75min + 30 seg bonus
Arbitragem: Bráulio
Suiço em 5 rodadas
Emparceiramento: Swiss manager
Início rodadas: 19h
Datas rodadas reprogramadas para 18 e 25 de setembro e 1o, 8 e 15 de agosto.
Premiação: livro de xadrez de ótima qualidade.

Mais informações com Braulio dos Santos
Blanco

1903: quando o jogo de xadrez conquistou o cinema

Postado em 18 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Xadrez na Mídia e na Arte

A primeira vez que o jogo de xadrez apareceu nas telonas foi há 110 anos! no filme “A Chess Dispute”, de R.W. Paul. Dois homens estão disputando uma partida em um restaurante. Um bebe e fuma, e quando ele olha para o lado, seu oponente se move duas peças. A briga então começa até o garçom chegar e puxar os dois para fora. Veja um trecho do filme CLICANDO AQUI. Desde então, o xadrez apareceu em muitos filmes, alguns já citados por aqui.

por Ellen Giese

“Armas secretas” no xadrez? Regras de Makogonov

Postado em 15 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Treinamento

O enxadrista Henrique Marinho em seu texto “Regras de Makogonov” discorre sobre as regras secretas do jogador azerbaijanês Vladimir Makogonov que chegou a derrotar Botvinnik, Smyslov, Boleslavsky, Lilienthal, Bronstein, Flohr, Stein e outros jogadores soviéticos.

A primeira regra é a da peça pior colocada (em posições equilibradas e sem ameaças diretas ou planos concretos, realocar ou trocar a peça pior colocada). A segunda regra é a da ativação dos peões (em posições equilibradas, sem ameaças diretas ou planos concretos e ainda com todas as peças bem colocadas, este é o momento para ativar os peões pelo seu avanço).

O texto traz exemplos comentados das duas regras e ainda apêndices com “posições de manobra” de Kotov, “profilaxia da panacéia”  e “as regras e o estruturalismo”.

Leia o interessante texto do Ciclo de Palestras do Clube de Xadrez de Curitiba de 02 de março de 2011 CLICANDO AQUI.

por Ellen Giese

Os números mais alucinantes do xadrez

Postado em 13 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Textos

por Sergio Parra (www.xatakaciencia.com)

Todos nós já ouvimos a lenda do Rei Sheram, na Índia, que quis recompensar o inventor do xadrez com o que ele pediu. Ladino, ele pediu um grão de trigo para a primeira casa do tabuleiro, dois para a segunda, quatro para a terceira, oito para a quarta, e assim por diante, duplicando o número de cada vez, até alcançar as 64 casas.

O rei achou que era um presente muito simples, pois ele era muito rico, e falou para que ele pedisse algo mais valioso. Até que fez os cálculos do grão de trigo que teria de desembolsar: somente na casa nº 64 seria 9,223,372,036,854,775,808 grãos de trigo, que somados ao resto do tabuleiro, clhe ciustaria a fortuna de 18.446.744.073.709.551.615, isto é, mais do que 18000000000000 grãos de trigo!!!

Os conselheiros da corte real consideraram que seria necessário acumular a safra de trigo em todo o mundo por 2.000 anos para pagar a dívida!!!

Mas Leontxo Garcia, em seu livro de Ajedrez y ciencia, pasiones mezcladas, acrescenta ainda mais:

  • Quantos navios de 100.000 toneladas seriam necessários para transportar todos esses grãos? Nada menos do que 3.689.348 barcos!
  • E quanto espaço ocuparia esses cargueiros no mar, se os colocarmos em fileira, um após o outro? 17 voltas no planeta!
  • O número de posições possíveis após apenas 10 lances do início da partida é de 165 quatrilhões e meio. Isto é, 165.518.829.100.544.000.000.000.000!!!
  • O campeão mundial Max Euwe e matemático, calculou que se doze mil jogadores de xadrez estivessem constantemente ocupados em busca das melhores jogadas em todas as posições imagináveis ​​e para cada uma investissem apenas uma fração de segundo, eles precisam de mais do que um trilhão de séculos para analisar tudo.
  • Logo após os dois jogadores executarem seu primeiro lance, abrem-se muitas possibilidades de jogo. Especificamente, há 400 possíveis posições no tabuleiro. Após o segundo lance, há 197.742 posições possíveis. E depois de três movimentos, existem 121 milhões!!!
  • Se considerarmos que o mais longo jogo oficial levou 20 horas e teve 269 movimentos, é difícil imaginar quanto tempo um jogo teoricamente poderia durar.

Tradução livre por Ellen Giese a partir deste sítio

Palestra para o público feminino na ALEX

Postado em 11 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Xadrez Feminino

Convite para a palestra Xadrez Feminino Informações sobre a palestra Xadrez Feminino

Apoio: As Enxadristas

Resultados e Fotos do Estadual Classe B de 2013

Postado em 10 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Alexanos

A classificação final do Estadual Classe B pode ser conferida no ChessResults e as fotos do evento estão neste sítio.

As informações das participações femininas podem ser encontradas em As Enxadristas.

E lembramos que o Estadual Classe A vem aí, logo após as férias de julho, nos dias 10 e 11 de agosto e será realizado no Clube do Vasco da Gama. Veja o FOLDER!!

Alexanos em ação no Campeonato Estadual Classe B de 2013

Postado em 7 de julho de 2013 por MF Mascarenhas Publicado em Alexanos

Foi jogado neste final de semana o Campeonato Estadual Classe “B” da Federação de Xadrez do Rio de Janeiro – FEERJ.

É torneio disputado pelos jogadores que têm rating entre 1600 e 1899, além dos classificados do Campeonato da Classe “C”.

O torneio classificou todo aquele que alcançou 3,5 pontos para jogar o futuro Campeonato Estadual Classe “A”, que engloba os jogadores acima de 1900.

A ALEX esteve bem representada e dois associados alcançaram a classificação:.

Ellen Cristine Giese, a única enxadrista feminina da competição ocupava a 57ª posição de rating na listagem inicial do torneio e  ficou em nono lugar com 4,5 pontos em 6 possíveis.

Julio César Emmert, por seu lado, ocupava a 92ª posição na lista inicial de rating, fez 4 pontos e ficou em décimo nono na classificação final.

Parabéns!

Blanco

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